Assinalam-se, nesta madrugada, vinte e cinco anos desde a repressão do movimento pró-democracia na Praça de Tiananmen, onde morreram várias centenas de pessoas às mãos de soldados chineses, sem que ainda hoje se saiba ao certo a verdadeira dimensão do massacre.
Hoje em dia, a Praça, fortemente armada, não apresenta qualquer sinal desse dia negro, mantendo o propósito para a qual foi construída e idealizada - mostrar a grandeza da China.
Para além de ser o local ideal entre os chineses para tirar fotografias em família.
Considerada a segunda maior praça do mundo, com uma área total de 440 mil metros quadrados, a Praça de Tiananmen está ladeada por dois enormes edifícios de estilo soviético - a Assembleia Nacional e o Museu Nacional de História e da Revolução.
Ao centro é apresentado o monumento aos Heróis do Povo, para além do mausoléo de Mao Zedong.
Só entre nós, e tirando a enorme dimensão da Praça, a mesma não me despertou especial interesse, estando mais ansioso por entrar na Cidade Proíbida, lá ao lado. Em jeito de comparação, gostei bem mais da Praça Vermelha, em Moscovo.
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