Segundo dados do Ministério das Finanças, o número de facturas com NIF de consumidores finais ascendeu a cerca de 300 milhões até Junho, mais 46% do que em igual período do ano passado. Ou seja, até Junho foram emitidas mais 94 milhões de faturas, em comparação com o ano passado.
De igual modo, no primeiro semestre deste ano foram registadas mais 67 mil entidades a passar faturas, face ao ano passado.
Face a estes dados, que superaram as estimativas iniciais, restam poucas dúvidas sobre os benefícios do Sorteio da Fatura da Sorte. Não só as pessoas passaram a preocupar-se mais com um dever e direito que é pedir uma fatura (mesmo que só tenham em mente o Audi), como o combate à economia paralela nunca foi tão eficaz.
Mesmo assim, estes dados ainda não estão próximos dos verdadeiramente desejáveis. E porquê? Porque ainda existem entidades que instruem os seus funcionários para não perguntar se os clientes desejam fatura, ou que se recusam a atualizar os seus softwares, fazendo com que os clientes desistam das faturas quando se apercebem do tempo que têm de esperar pela emissão da fatura em triplicado.
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